A maior parte dos modelos utilizados na previsão de tempestades, não calculou que a tempestade poderia atingir a força de um ciclone durante a passagem pelo sul da ilha de Hispaniola em direcção a Cuba.
O problema é que as tempestades tropicais não representam ameaças graves aos países desenvolvidos, mas as chuvas trazidas por elas podem ser fatais em áreas mais pobres. O Haiti é particularmente vulnerável às enchentes e deslizamentos de terra devido à desflorestação das suas florestas.
A tempestade tropical Noel já causou pelo menos 59 mortes e deixou dezenas de desaparecidos na sua passagem pela República Dominicana e pelo Haiti, varrendo com fortes chuvas as regiões centrais e oeste de Cuba. Na República Dominicana, as autoridades contabilizam 41 mortos e 38 desaparecidos, e persistem temores de que esse número ainda possa aumentar bastante, já que 39 comunidades do sul do país estão incomunicáveis devido aos estragos causados pela tormenta. Às 41 vítimas dominicanas mortas, somam - se 18 registradas no Haiti.
O titular da Comissão Nacional de Emergências (CNE) dominicana, Luís Luna Paulino, disse à emissora de rádio Z101, que "a situação de risco continua e as mortes podem aumentar. O resgate de desabrigados é difícil porque as chuvas continuam", lamentou. O funcionário disse ainda que "o pior neste tipo de situação são os transbordes dos rios", porque não pára de chover desde sábado passado (27 de Outubro). Além disso, 35% da população do sul do país permanece sem energia eléctrica.
Só na parte norte de Camagüey (Cuba), estão mais de 120 casas destruídas total ou parcialmente, enquanto no resto das províncias ainda se calculam os danos. Áreas inteiras foram isoladas pela água, que invadiu estradas e passagens. Muitas plantações também foram inundadas e destruídas.
Na República Dominicana, o número de desabrigados já chega a 25.540, dos quais apenas 5.884 foram recolhidos a abrigos do governo. Mas a pior situação é nas comunidades isoladas, que não podem receber ajuda das equipas de emergência, impedidas de chegar às localidades – 10 pontes foram derrubadas, segundo a CNE, que reúne os organismos de segurança, saúde e resgate do governo dominicano. Muitas pessoas ficaram presas nos telhados de suas casas ou em árvores; famílias inteiras foram levadas pela corrente. Aproximadamente 1.400 pessoas, incluindo 700 crianças, foram acolhidas em uma igreja católica, onde foi montado um abrigo improvisado.
O titular da Comissão Nacional de Emergências (CNE) dominicana, Luís Luna Paulino, disse à emissora de rádio Z101, que "a situação de risco continua e as mortes podem aumentar. O resgate de desabrigados é difícil porque as chuvas continuam", lamentou. O funcionário disse ainda que "o pior neste tipo de situação são os transbordes dos rios", porque não pára de chover desde sábado passado (27 de Outubro). Além disso, 35% da população do sul do país permanece sem energia eléctrica.
Só na parte norte de Camagüey (Cuba), estão mais de 120 casas destruídas total ou parcialmente, enquanto no resto das províncias ainda se calculam os danos. Áreas inteiras foram isoladas pela água, que invadiu estradas e passagens. Muitas plantações também foram inundadas e destruídas.
Na República Dominicana, o número de desabrigados já chega a 25.540, dos quais apenas 5.884 foram recolhidos a abrigos do governo. Mas a pior situação é nas comunidades isoladas, que não podem receber ajuda das equipas de emergência, impedidas de chegar às localidades – 10 pontes foram derrubadas, segundo a CNE, que reúne os organismos de segurança, saúde e resgate do governo dominicano. Muitas pessoas ficaram presas nos telhados de suas casas ou em árvores; famílias inteiras foram levadas pela corrente. Aproximadamente 1.400 pessoas, incluindo 700 crianças, foram acolhidas em uma igreja católica, onde foi montado um abrigo improvisado.
A tempestade, segundo o Centro do Observação de Furacões de Miami, está a ganhar força, com tendência para aumentar a velocidade média dos seus ventos contínuos, que eram de aproximadamente 81 quilómetros por hora. Tudo indica que esta tempestade tropical ganhe força nos próximos dias.
Aparentemente, Noel está a avançar na direcção de Nassau ou da Florida. Outra possibilidade é que se dirija para o golfo do México, onde poderá atingir infra-estruturas petrolíferas.
No actual contexto de preços de barril de petróleo acima dos 95 dólares e de grande nervosismo nos mercados, uma tal evolução teria um provável impacto global.
Informação retirada dos sites:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/
http://ultimosegundo.ig.com.br/
http://dn.sapo.pt/
Aparentemente, Noel está a avançar na direcção de Nassau ou da Florida. Outra possibilidade é que se dirija para o golfo do México, onde poderá atingir infra-estruturas petrolíferas.
No actual contexto de preços de barril de petróleo acima dos 95 dólares e de grande nervosismo nos mercados, uma tal evolução teria um provável impacto global.
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