Esta informação foi obtida através da Rede Global de Monitorização de CO2 e de CH4 (metano).
A concentração de óxido nitroso (N2O) também conseguiu um novo recorde. Em 2005 a concentração era de 319.3 ppm e no ano passado passou para 320,1 ppm, logo um aumento de 0,25%.
O metano, ao contrário dos outros gases efeito de estufa, manteve-se inalterável nas 1782 ppm.
Desde o século XVIII houve um aumento de 36% nas concentrações de CO2, que se deve maioritariamente às emissões da queima de combustíveis fósseis.
Um terço do N2O é resultante "de actividades humanas como a queima de combustível e de biomassa, a utilização de fertilizantes e alguns processos industriais", revela a OMM.
No caso do metano, 60% do mesmo deve-se à plantação de arroz, queima de biomassa, aterros e criação de animais ruminantes. O restante resulta de processos naturais.
Fonte: "Publico"
Sem comentários:
Enviar um comentário